sábado, 30 de maio de 2009

Posse de Neivo renova esperanças políticas dos paranaenses

A posse do deputado Neivo Beraldin, PDT, na vaga deixada por Carlos Simões que recebeu cartão vermelho da Justiça Eleitoral, marcou uma nova etapa na vida do legislativo paranaense, tão mal na crítica nacional pelos maus exemplos que alguns parlamentares dão em suas vidas públicas, pois como disse um líder religioso quando da posse, “ Neivo é um político de ficha limpa”.

Não tenho procuração e nem recomendações para defender Neivo Beraldin, mas trata-se de um deputado de vidas pública e privada intocáveis, com uma folha de serviços de provocar dor de cotovelo em muita gente. E como exemplo citamos duas de suas façanhas que marcaram sua vida de legislador.

A Lei do ICMs Ecológico, que destina vultosas somas aos municípios, hoje em numero de 255 se não me engano, que recebem para fazer aquilo que todos devem fazer naturalmente; cuidar e preservar o meio ambiente, fontes de água, rios e matas, garantindo assim, melhor qualidade de vida para seus habitantes.

Esta lei completa 17 anos agora em junho.

E para ilustrar ainda mais a conduta de Neivo em benefício da sociedade, citamos a CPI do Banestado, que desbaratou uma verdadeira quadrilha que operava no Paraná, com muitos, inclusive, indo para a cadeia,CPI da qual ele era seu presidente.

São duas iniciativas que colocaram Neivo Beraldin na mídia internacional e pela Lei do ICMS Ecológico, ele foi homenageado com o Prêmio Henry Ford, tão cobiçado internacionalmente.

Assim, como vivemos dias de vacas magras na Assembléia Legislativa pelo vasto noticiário negativo que aparece na mídia, a volta de Neivo Beraldin, sem sombra de dúvidas, representa novos tempos naquela Casa de Leis, e queira Deus que sirva de exemplo aos outros 53 legisladores.

Antes de encerrar, quero parabenizar Neivo Beraldin por sua coragem demonstrada da tribuna da Assembléia, tomando a iniciativa de declarar sua fé em Deus numa casa com tantos pecados e convidando a todos para rezarem o Pai Nosso antes de cada sessão plenária.

Queira Deus que ele seja seguido, pois naquelas 54 cabeças repousam as esperanças de milhões de paranaenses que sonham com uma vida melhor.

Na verdade, do jeito que as coisas vão, só por Deus mesmo!

terça-feira, 19 de maio de 2009

O que fazer com a cachorrada de Curitiba?

Graças a demagogia de certos grupos de ambientalistas, ecologistas e outras Ongs que esse denominam de protetores da natureza, a cidade de Curitiba está infestada de cachorros de todas as raças e tamanhos, cujo número de tão assustador já causa mal estar entre as pessoas que fazem uso de terminais de ônibus, como o caso da Fazendinha.

Antes a cidade tinha uma carrocinha (na verdade uma camioneta com homens bons de laço) que recolhia os cães sem dono que perambulavam pelas ruas da cidade. Muitas são as informações sobre o destino dos cães, naquela época, depois de algum tempo a espera de um dono.

Uns diziam que serviam para alimentar os animais carnívoros de grande porte do zoológico. Outros já afirmavam que eram entregues às fábricas de sabão. Coisas do folclore popular que até hoje ninguém desmentiu.

A grande verdade é que antes da última eleição, para atender algumas Ongs, o prefeito sancionou uma lei, que dizem também é federal, que proíbe a castração dos animais. Enquanto isso, é só um tal da cachorrada fazer cachorrinhos pelas ruas da cidade ecológica, transmitindo doenças que podem alcançar o homem com muita facilidade.

Está na hora da Prefeitura de Curitiba tomar uma posição sobre este problema, pois já registramos um ataque de cachorro faminto contra uma senhora que lanchava no terminal Fazendinha, causando-lhe, além de ferimentos, um trauma que a horroriza só em ver um cachorro em sua direção.

Fica aqui a minha sugestão; Ou o prefeito retira os cachorros das ruas e praças da cidade, ou os ambientalistas que o levaram a fazer aquela lei que proíbe a castração, que levem estes animais para suas casas e os alimentem.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Se humildade tivesse, a família do deputado deveria vestir luto

Tantas foram as barbaridades que este jovem deputado Fernando Ribas Carli Filho fez ao volante de seus possantes carrões (vejam a extensa ficha no Detran), que a190 kh provocou um acidente ceifando duas vidas, que não encontro as palavras certas para este artigo. Ao longo da minha vida profissional já testemunhei muitas barbaridades que terminaram sufocadas pelo poder do dinheiro.

Assim, deixo de falar sobre o acidente e mostro a carta que recebi do pai de uma das vítimas. Antes, gostaria de lembrar que o dinheiro não compra a morte, mas alivia a dor, como aconteceu com o sobrinho do Governador Requião, João Arruda, que também pela imprudência matou duas jovens e até agora não sentou no banco dos réus, e nem vai sentar nunca.

Não será novidade nenhuma se amanhã a grande mídia não divulgar que “as autoridades chegaram a conclusão que os dois jovens mortos no acidente que envolveu um destacado político paranaense são os culpados pelo fato”. Como já disse o dinheiro compra tudo. Alguns vendem a honra. Ao meu ver, se humildade tivesse, a família do deputado deveria vestir luto.

Leia a carta do pai do Gilmar:
Desabafo de um pai com coração destroçado

Olá queridos amigos!

Voces não imaginam a importancia de ter amigos.

Neste momento de muita dor, onde a tristeza tomou conta de minha alma, onde a vontade de viver dá lugar a de morrer, receber as muitas mensagens através de telefonemas, e-mails tem sido um refrigério.

Ontem a equipe da TV Paranaense esteve em minha casa, gravamos uma matéria que revelava bem a nossa indignação.

Mas infelizmente cortaram e colocaram apenas o que não poderia repercutir ou seja nada comparado ao que falamos.

Vejo o Poder Publico sendo colocado a disposição do deputado para diminuir as evidências deste crime.

No posto de gasolina onde praticamente tudo começou, o frentista revelou que no dia seguinte onde nós chorávamos a morte de meu filho ,os advogados do deputado já estavam trabalhando recolhendo evidencias.

Conversando com o frentista o mesmo comentou que ouvindo a conversa deles, afirmavam que o deputado estava embriagado. No Hospital Evangélico enfermeiros comentam de que foi encontrado cocaína em seu sangue e tudo sendo escondido pelas autoridades, médicos e imprensa.

Porque tanta impunidade? 190 km por hora foi quando foi cravado o velocímetro e o delegado responsável pelo caso, disse desmentindo as primeiras informações oficiais revelou que o velocímetro estava em zero.

Que poder é este que destroi a familia?

O poder político não é maior que o poder de Deus e não pode estar acima do bem e do mal.

Meu irmão apresentador da TV Educativa, foi afastado de seu programa.

Na CBN colegas jornalistas estão indignados com o cerceamento de informações.

Autoridades de nosso estado, com certeza voces fizeram um pacto e não foi com Deus.

Imagino que haja pessoas descentes e que irão reverter este quadro.

Sei que tudo irá passar e que enfrentarei muitos desafios apartir de agora.

Peço a Deus que nos dê forças e nos proteja.

Amigos, poderia estar acontecendo com qualquer um de voces.

Fui escolhido para suportar tamanha dor acompanhado desta grande injustiça.

Obrigado pelas homenagens ao meu filho.

Nesta quinta na Igreja do Balão no Alto da XV, estaremos realizando um culto em memória ao Gilmarzinho às 20:00.

Um beijo à todos queridos amigos,Gilmar .

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Família Simões. Um dia tudo acaba. De um jeito ou de outro, mas acaba

Por determinação do TER/PR, depois de inumares tentativas em todas as esferas judiciais, o deputado estadual Carlos Simões recebeu cartão vermelho e vai ficar de fora da vida pública por muito tempo. Durante muitos anos ele e seu irmão, Íris Simões, ex-vereador e ex-deputado federal, compravam votos na base da esmola para pessoas menos favorecidas e sem esclarecimento, que procuravam seus escritórios em busca de uma ajuda.

Sem nenhum pudor eles trocavam voto por cadeiras de rodas, dentaduras (era o forte deles) óculos, cesta básica e as vezes algum remédio, desde que fosse antigripal, xarope para tosse ou alguma pomadinha que não custasse mais de cinco reais.

Desta forma eles fizeram fortunas com negociações e votações espetaculares, até que a um dia a casa caiu. Íris foi julgado pelos eleitores que um dia ele corrompeu. De deputado federal com boa votação não conseguiu ser eleito vereador.

Carlos Simões foi “fritado” pela Justiça Eleitoral que cassou seu mandato pelos motivos acima citados, mais sua participação no episódio das ambulâncias, que seu irmão “ajeitava” em Brasília onde ficou conhecido como um dos “deputados sanguessugas”.

Com todas estas “qualificações”, os irmãos Simões ainda encontrava colegas que os defendesse na Assembléia Legislativa do Paraná, como foi o caso do deputado Chico Noroeste, que falando para jornalistas disse que “ a casa estava perdendo um grande homem. Trabalhador, honesto, e que dificilmente teria um substituto a altura do seu trabalho, da sua coragem. Em fim: Chico Noroeste estava muito triste(sic) com a saída de Carlos Simões.

Não cabe a nós jornalistas julgar pessoas e sim divulgar fatos que envolvam pessoas, muito especialmente quando elas são públicas. Mas convenhamos, o tal de Chico Noroeste perdeu uma boa oportunidade de ficar calado. A não ser que ele jogasse no mesmo time dos Simões e a Imprensa e nem a Justiça Eleitoral tenha percebido isto.

Mas como tudo tem sua compensação: No lugar de Carlos Simões vai assumir Neivo Beraldin,(PDT) um dos deputados de melhor folha corrida deste Paraná, autor da Lei do ICMS Ecológico, que distribui milhões de reais aos municípios que preservam o meio ambiente, não importando a que partido seu prefeito pertença.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Contribuição de Um Leitor Consciente: "Não é Fácil!"

Eureca !

Novos componentes, novas cabeças, novos valores. Parece que a ética aos poucos vem sendo resgatada, ainda que timidamente, pelos órgãos da imprensa em nossa República. Parabéns.

Quero crer, porém, que os episódios recentes de falcatruas, prisões e denuncias de mordomias de parlamentares, são apenas a ponta de um imenso iceberg. A internet, apesar de elitizada, tem sido um veículo fantástico nas mãos do cidadão, salvo eventuais abusos desinformados e atitudes denuncistas justificaveis.

Oxalá isto encorage a apuração e denúncia de verdadeiros crimes de lesa pátria tais como: lavagem e remessa ilegal de dinheiros a paraisos fiscais, concorrências públicas viciadas (leia obras superfaturadas), financiamento de campanhas sem declaração, perdão obsequioso de grandes devedores do fisco, ONG's fantasmas, favorecimento etc...etc....

Flávio Vilmar da Silva (Curitiba)

domingo, 3 de maio de 2009

Vereador curitibano quer legalizar atividade ilegal

O vereador Francisco Garcez do PSDB de Curitiba pode estar cheio de boas intenções, mas no caso da sua iniciativa de criar uma cooperativa de guardadores de carros nas ruas da cidade pode estar procurando “ cifre em cabeça de cavalo”, pois ninguém pode exigir nada de alguém que estacione um veículo numa via pública que esteja fora da área do estacionamento regulamentado, o nosso conhecido Estar.

Além do mais, com a criação de uma instituição privada para explorar um bem público, o vereador, além de ser inconstitucional, estará correndo o risco de abrigar pessoas de índole nem sempre recomendável e com ligações com o ilícito, como tem sido registrado pelo aparelho policial da capital.

O cidadão brasileiro, especialmente o curitibano, já enfrenta uma interrogação ao ser obrigado pela prefeitura a construir sua calçada que deve ser usada pelo público.

É o contraditório na pura expressão da palavra. Será que ele pode fazer da sua calçada o uso que lhe convier, pois é dele e por ela ele pagou?

Não, porque é uma área pública.

Então se é uma área pública, por onde todos podem passar, por que o cidadão deve pagar para construí-la?

Agora vem o Xico da Folha do Boqueirão, com quem devo tomar um café qualquer hora destas, com a idéia de criar uma cooperativa de guardadores de carros, que não é outra coisa senão dar a outrem o direito de cobrar por uma coisa que é pública.

Vamos ter brigas em cada esquina da cidade, como já acontece no centro à noite, pois ninguém é obrigado a pagar um “quardador” para cuidar do seu carro, já que o dito não lhe oferece nenhuma garantia de segurança. Até mesmo por suas poucas posses e nenhuma cultura, pois se assim não fosse não seria um guardador de carros.

Segundo a assessoria do Xico Garcez, sua idéia, se passar pelas comissões e assessorias da Câmara e ser aprovada em plenário e sancionada pelo prefeito, será implantada em caráter experimental no bairro do Boqueirão, reduto eleitoral do vereador.

Os guardadores de carros, ou flanelinhas como são conhecidos em várias cidades, já perturbam os que não pagam por seus pagam por seus serviços”, imaginemos seu comportamento com uma cooperativa para lhes dar guarida jurídica.

Será “pauleira” para todos os lados, com muita atividade para a Polícia.

Uma Feira do emprego no dia do trabalho que ignorou o idoso

Este dia primeiro de maio serviu de motivo, como acontece todos os anos, para que líderes classistas lotassem as principais praças das cidades brasileiras para comícios em defesa de suas categorias, pedindo mais abertura de empregos, redução na jornada de trabalho sem redução nos ganhos do trabalhador e mais flexibilização nos entraves trabalhistas que ocorrem nas esferas jurídicas nos embates entre patrões e empregados.

Para atrair o trabalhador às praças, lideranças sindicais lançaram mão de prêmios como automóveis, apartamentos, eletrodomésticos e contrataram artistas para shows, em programação que se assim não fosse, não teriam a presença dos trabalhadores que preferem ficar em casa do que ouvir discurso político.

Em Curitiba, entretanto, ao lado dos encontros das classe trabalhadoras, aconteceu uma feira de emprego na Praça Osório, centro da Cidade, onde inúmeras barracas abrigavam empresas que ofereciam oportunidade de emprego, ao lado de um grande número de escolas profissionalizantes, entre elas SESI e SENAC, que ofereciam oportunidades de qualificação profissional.

Foi fácil de observar que o foco desta programação estava voltado para os que buscam o primeiro emprego, muito embora quem tivesse uma qualificação poderia arranjar um emprego também. Até aqui tudo bem. Mas e os da chamada Terceira Idade, ou da Idade do Saber, ou ainda como dizem os demagogos, os da Melhor Idade?

Nada, absolutamente nada.

Era como se alguém acima dos 45 anos não tivesse nenhum valor,e não existisse nenhuma atividade que ele possa desenvolver, independente de sua condição física e intelectual.

Foi uma pena, pois os organizadores perderam uma boa oportunidade de se aproximarem daqueles que detèm a sabedoria da idade e a experiência da vida. Muitos chefes de família que com 50,60 ou 70 anos, muitos com formação superior, podem muito bem atuar na área de consultorias ou assessorias, quando não em supermercados ou armazéns de logísticas, no setor de conferencias de mercadorias etc.etc.

Quem pensa que um homem de idade com formação superior é um imprestável, que deve ficar em casa de chinelos assistindo a Escolinha do Requião ou Vale A Pena de Ver de Novo da Rede Globo, está muito enganado.

É nesta idade, se ele teve cuidados com sua saúde, não fuma e nem bebe, pratica esportes, que mais pode ser uma opção ao mercado de trabalho, pois já passou por muitas experiências e por ter chegado a esta idade em condições físicas consideradas excelente pelos médicos, pode ser citado como exemplo aos mais jovens.

Mas não. Ao lado de um aparato de dar inveja, que deve ter custado um montão de dinheiro, o que se viu na Praça Osório, em Curitiba, foi uma verdadeira caçada aos jovens por parte das empresas de RH, como se o mundo fosse feito somente desta faixa etária.

Não se pode negar o sucesso da iniciativa, apenas criticamos a falta de respeito pelos que tem mais de 45 anos, que na cabeça de certos administradores e líderes não têm nenhum valor, muito embora isto não seja verdade, quando sabemos que a idade média do brasileiro supera todas as expectativas mundiais.

O que se pode fazer. Para cada cabeça uma sentença!.

Tem gente que pensa que só existe presente e que o futuro não existe.

É bom lembrar que atrás de cada homem com mais de 45 anos tem sempre uma família e isto significa muito nos embates políticos que se avizinham, e que nestes casos, quem decide é o chefe da família, que por acaso, em geral, é um homem de idade.