sábado, 30 de agosto de 2008

Eleições 2008. Oposição estava unida contra Beto

A estratégia já havia sido tentada nos debates anteriores, mas no realizado na noite de quinta feira pela TV Band, ficou mais do que claro que os candidatos à prefeito de Curitiba pelos partidos nanicos, estavam unidos para atacar Beto Richa, PSDB, em favor da candidata do PT, na tentativa, inglória, de levá-la ao segundo turno.

Até mesmo quando cada candidato podia escolher à quem fazer a pergunta, eles deixavam Beto Richa de lado e lascavam pedras na tentativa de desestabilizá-lo, pois quando a palavra estivesse com ele, o assunto já era outro, e os ataques orquestrados ficavam sem resposta.

Quando tinha a palavra, a candidata do PT deitava e rolava contra Beto, já que seus “companheiros” haviam preparado a cama para ela deitar.

Em contrapartida, Beto Richa, muito seguro e sem atacar ninguém, aproveitava os espaços que a produção lhe concedia, informava o que tinha feito e o que fará em caso de sua reeleição, nos próximos quatro anos.

Além desta manobra, tivemos os tradicionais escândalos promovidos pelo candidato à vereador pelo PMDB, Doático Santos, que acumula as “funções” de coordenador da campanha do candidato do governador, na noite do debate assessorado por um marketeiro de plantão, já na porta de entrada da televisão.

Hoje, e muito difícil para os partidos de oposição fazerem frente a Beto Richa, com os altos índices de aprovação que ele recebe da população e os constantes prêmios que sua administração recebe, inclusive do PT, muito embora, se eles deixassem de lado as agressões e mostrassem alguns poucos pontos fracos que a gestão atual de Beto Richa apresenta no momento, teriam deixado os estúdios da Band com menos rejeição da que tinham quando entraram em cena.

Honesta e sinceramente, cheguei a acreditar que a candidata do PT fosse melhor preparada por sua assessoria, afinal é mulher de um ministro e já ocupou cargo de relativa importância na Itaipú. Ou será que ela tinha cargo figurativo e quem decidia o que devia ser feito eram os seus assessores?
Mas não. Ela estava mais preocupada em agradecer as “perguntas de seus aliados” do que sair do lugar comum dos ataques e promessas incabíveis.

A única coisa que devo registrar de positivo deste último encontro, foi que o Partido Verde é favorável ao aborto, o candidato do PSOL mente descaradamente os números da administração de Curitiba; o Gomyde c o Fábio Camargo estão mais preocupados que seus ternos não fiquem amarrotados, tal era a forma que estavam sentados e Lauro Rodrigues, do PtdoB, melhorou uns 10% e até mandou beijinhos para seu pai que fazia aniversário.

Então tá!

Como Beto Richa não tem adversário, os partidos da sua coligação devem pensar em 2010 que dá mais lucro.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Vereadora tinha artesanato como curral eleitoral

Os tempos mudaram, até brasileiro já foi ao espaço, a Seleção Brasileira de Futebol já não é mais aquela, os coxas já estiveram na segunda divisão e voltaram para a elite do futebol, o Requião e o PMDB estão agonizando, o PT tem que pagar para alguém carregar sua bandeira e aplaudir sua candidata a prefeito, mas ainda assim encontramos político que quer transformar alguns segmentos de Curitiba em " curral eleitoral", em pleno ano de 2008 .

Julieta Reis, hoje vereadora pelo DEM (antigo PFL) não obteve sucesso na sua primeira tentativa em 92. Depois, em 96, com apoio dos artesãos e seus familiares, alcançou votação que lhe valeu uma cadeira na Câmara Municipal de Curitiba onde está até hoje, embora tenha "passeado" por outras siglas partidárias.

Ocorre que os artesãos cansaram de esperar as anunciadas novidades e começaram a se organizar em casa, procurando entre eles um nome que tivesse além de conhecimento dos problemas da categoria, um bom relacionamento nas esferas públicas para fazer fluir os problemas e colher soluções.

Foi então que apareceu o nome de Cristiane Ribeiro, Coordenadora da Feira, onde esteve por 12 anos. Dona de muito carisma, afável, confiável, com bom relacionamento e de discurso fácil. Da sua descoberta política para uma pré-candidatura pelo PRTB foi apenas um passo.

Veio o período eleitoral. Cristiane se licencia e ingressa de corpo e alma na campanha como representante da categoria para estas eleições de 2008, postulando uma vaga na Câmara de Vereadores.

Ocorre que a turbulências registradas no seu partido acabam provocando um racha na liderança e a retirada da sigla das disputas veio por pura ignorância política de seus líderes, deixando órfãos seus pré-candidatos.

É aqui que entra a vereadora Julieta Reis. Vendo a líder dos artesãos sem um partido para disputar as eleições, acredita que o seu "curral eleitoral" na feira do Largo da Ordem voltará a funcionar.

Julieta só não acreditava que Cristiane por ter responsabilidade com os artesãos, já estava a procura de um nome que assumisse as suas propostas, a estas alturas tendo ao lado Jorge Sztruk, homem de sua confiança e de grande trânsito entre os artesãos, por ter exercido as funções de gerente da feira (hoje está licenciado) que como Cristiane também não queria continuar refém de Julieta que até então não tinha apresentado uma boa proposta em favor da categoria.

Cristiane, indicada por amigos, procura o vereador Jorge Bernardi, hoje no sexto mandato, dono de um currículo dos mais elogiáveis, membro do Conselho do Ministério das Cidades, professor de nível superior, autor da Lei que criou em Curitiba o Cinto de Segurança, com pós-graduação na Universidade de Campiégne, França, e apresenta as propostas que defenderia se eleita fosse, as quais Bernardi assume integralmente.

Foi um verdadeiro choque para Julieta Reis que acreditava que sem Cristiane na sua frente, os feirantes estariam nas suas mãos.

Ledo engano. Os feirantes do Largo da Ordem adoram Cristiane Ribeiro e apontam Jorge Sztruk como uma pessoa confiável, amiga e que está sempre à disposição da categoria. Deselegantes, funcionários da vereadora praticam uma atitude desrespeitosa para com Jorge Bernardi, e Julieta Reis, inconsolada, leva uma publicação de Bernardi, onde ele assume as propostas de Cristiane para o Plenário da Câmara e exibe aos colegas se declarando traída, como se os expositores da Feira do Largo da Ordem fossem sua propriedade.

Jorge Bernardi, homem culto, de fino trato, ex-presidente do Legislativo Municipal, decide ignorar aquelas indisposições de Julieta Reis e seus funcionários, e segue trabalhando pelos bairros de Curitiba e agora também pelos artesãos da Feira do Largo da Ordem, tendo Cristiane e Jorge ao seu lado formando uma das mais competentes equipes de assessores que já teve. Seu site na Internet bate recordes de acessos, todos os dias.

Toquei neste assunto por ter testemunhando os destemperos do assessor de Julieta em pleno domingo de sol para com Jorge Bernardi, ouvir pessoas que estavam na Câmara no dia em que a vereadora anunciava "a traição", e por condenar a prática do curral eleitoral. Me aproximei da dupla Cristiane e Jorge, ouvi os expositores, tirei minhas conclusões e redigi este artigo.

Como é pratica em minha vida profissional, estou à disposição a quem se julgar atingido, para oferecer um "direito de resposta" se for o caso.

Entretanto lembro que existem réplicas e tréplicas.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Eleitor que se preza deve ler os santinhos de todos os candidatos

Aqui no Brasil é comum se ouvir, nos períodos eleitorais, frases como “não agüento mais receber estes santinhos. Estes candidatos são todos iguais.

Vou votar no filho da minha amiga”, quando na verdade deveria sim, receber todos os materiais que chegarem às suas mãos, ler todos eles com muita atenção, e só decidir em quem votar depois de estar convencido que não vai perder tempo deixando sua casa num domingo de outubro para exercer seu direito de cidadão.

Com o fim dois presentinhos, das camisetas, dos bonés e dos kits de lichas e cortador de unhas, o que vai prevalecer é a folha de serviço de cada um no caso de uma reeleição, e das possibilidades do candidato cumprir os compromissos que promete, no caso de primeira tentativa eleitoral.

Uma cidade como Curitiba, pela segunda vez com o melhor prefeito do país, e pela terceira vez com o melhor plano de saúde e de educação de base, segundo o Ministério da Educação, certamente que merece vereadores a altura de seu desenvolvimento, com qualificação profissional e cultura que lhes permita legislar em defesa das comunidades.

Fica muito difícil um prefeito, mesmo um Beto Richa, dirigir uma cidade que tem na Câmara Municipal legisladores com extensa ficha criminal, outros de uma infidelidade partidária comprometedora, e outros que procuram se identificar com políticos já conceituados, usando seus sobrenomes apenas para tentar confundir os eleitores leigos e de cultura simples, que acabam votando neles sem saber seus nomes verdadeiros, apenas porque ele tem o mesmo sobrenome de um deputado de sua simpatia.

Isto se chama estelionato eleitoral!

Propaganda enganosa que ilude as pessoas com uma capa falsa, o que na verdade esconde a sua verdadeira incompetência.

É por este motivo que chamamos a atenção dos eleitores no inicio desta matéria, para receberem e lerem todas as propagandas que lhe oferecerem com muita atenção. E somente tomar uma decisão com plena consciência que está tentando colocar na Câmara Municipal e na Prefeitura de Curitiba, uma pessoa capaz de melhorar a sua qualidade de vida.

O amigo do namorado da sua filha pode até ser simpático. O amigo do seu filho por até ser muito educado e respeitoso com você, a cabeleireira que corta o seu cabelo pode até ser competente naquilo que faz, mas daí até ser seu representante na Câmara Municipal e ter capacidade para produzir leis, tem um caminho muito longo. O desenvolvimento de uma cidade, a escola de seus filhos, o transporte coletivo que leva você ao trabalho, a saúde da sua família, o asfalto da sua rua, são coisas que não podem esperar.

Por tudo isto, não tome a decisão de dar seu voto antes de saber quem é a pessoa que está à sua frente. Se errar o tiro, só vai poder reparar o erro quatro anos depois.

Se quiser uma boa sugestão para vereador, é só entrar em contato comigo. O meu candidato é o que existe de melhor na cidade de Curitiba, com leis que já beneficiaram você e seus familiares, numa avaliação de quem entende de capacitação profissional.

Estamos entendidos?

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Parabéns Agnaldo, seu exemplo deve ser seguido

Se olharmos a média do noticiário nacional envolvendo policiais, vamos encontrar um percentual significativo de problemas e não soluções. Seja por desvio de conduta, seja por má formação profissional, seja por corrupção.

É bem verdade que a figura da autoridade policial deve ser respeitada, mas o que vemos nos dias de hoje é que a comunidade teme a figura do policial pelos inúmeros fatos negativos registrados todos os dias. Mas também é verdade que existem as exceções na categoria, embora sonhemos que fosse regra geral.

O ato do policial militar do Paraná, Agnaldo Silva, que tem nome de produtor de novela, trabalhando apenas a quatro anos na Patrulha Escolar, que aparece nos jornais de Curitiba e é destaque neste Dossie Digital, salvando uma criança de menos de um mês de vida, nos mostra que nem tudo está perdido nesta vida e que dentro de uma farda de policial está um ser humano com problemas como qualquer um.

Agnaldo é apenas um soldado. Não ganha um salário digno da sua função, mas nem por isso ele deixou um pai aflito, vendo seu filho perdendo a respiração, quase morrendo, sem atendimento.
Mas quantos Agnaldos a Polícia Militar do Paraná tem em suas fileiras?

Acredito que muitas dezenas, mas não são conhecidos da população porque a corporação não tem uma visão institucional social da atividade e muito menos de marketing, para avaliar o quanto a população aumentaria a faixa de crédito destinada aos policiais, se daquele gesto tomasse conhecimento.

Sabemos que fazer a coisa certa é dever de todos, mas salvar a vida de uma criança não é o mesmo que algemar um traficante ou um assaltante.

É preciso separar uma coisa da outra e o comando da tropa vir a público e dizer o quanto está orgulhosa do Agnaldo Silva,um simples soldado, como o fez o pai da criança que ele salvou.

domingo, 17 de agosto de 2008

Boca maldita testemunha fracasso de Gleisi e Moreira

Quem esteve na Boca Maldita em Curitiba neste sábado teve a oportunidade de ver em que estado lamentável estão dois dos principais partidos políticos do país, um inclusive com o Palácio do Planalto nas mãos.

O candidato do PMDB, ex-reitor da UFPR, Carlos Moreira, quando fez uso de um microfone instalado pelo Doático Santos, um misto de candidato e garoto propaganda, fiel escudeiro de Requião, foi tão ridículo e insonso quanto Doático. Ambos só sabem falar de uma verba de 10 milhões de reais supostamente saída dos cofres do DER e que teria sido usada por Beto Richa através de seu irmão, em seu primeira campanha para prefeito, fato já esclarecido amplamente pelas partes envolvidas, inclusive na esfera judicial.

Doático chegou ao cúmulo de montar um arremedo de teatro para ironizar o resultado das últimas pesquisas que apontam Beto Richa na frente de Moreira e Gleisi, com mais de duas léguas de distância. Até com a direção das Lojas Pernambucanas Doático arrumou encrenca, tal o seu despreparo e arrogância. O PMDB instalou quatro microfones na porta da empresa, impedindo, além do som altíssimo, a entrada das pessoas.

Doático disse alto para todos ouvirem, que o PSDB pagou 300 mil reais por cada pesquisa, Data Folha, Vox Populi e Ibope, comprando um resultado a seu favor.

Se o PSDB quiser , e não for verdade, pode processar Doático por crime de calúnia e difamação, que dá uma grana arretada.

Doático é uma figura carimbada na política curitibana.

Quanto a Gleisi, que trouxe uma caravana de Brasília, juro que senti pena dela.

Chego à conclusão que ela foi jogada nesta mais por seu marido ministro do que por sua vontade, com o PT apostando na repetição, em Curitiba, de um resultado conseguido por ela no estado, quase derrotando Álvaro Dias para o senado, fato que para mim foi como “um vento que passou na vida dela”, uma anormalidade social que nunca mais acontecerá.

Em Curitiba a coisa é diferente. Aqui o povo não se ilude com cara bonita.

O PT, sem militância nenhuma, entrou na Luiz Xavier com cerca de 300 pessoas carregando sua bandeira, sem nenhuma motivação, apenas fazendo aquele trabalho pelos 40 reais que receberiam na dispersão ao final dos discursos.

Dava para ver que ali ninguém era petista.

O pronunciamento da “Barbie”, o mesmo desde o inicio da campanha, não motivou nem os trabalhadores do partido. Só o marido ministro batia palmas.

Também fiquei com dó do Ângelo Vanhoni, que teve de caminhar, com a dificuldade de um deficiente, das imediações da agência central dos Correios até a Boca Maldita. É bem verdade que sempre estava amparado pelo Dr. Rosinha que não saia de seu lado, do presidente da Itaipu, Jorge Sameck e da ministra Chefe da Casa Civil de Lula, Dilma Rousseff que veio dar força para a “Barbie” mas também não conseguiu empolgar nem os porta-bandeiras do seu partido.

E olhem que no palanque estava também, o deputado Ratinho Junior, dito por uns como bom de discurso, mas que falou para as moscas, além de um bando de “papagaios de pirata”, que disputavam um espaço para sair nas fotos.

A meu ver, PT e PMDB deveria se unir nesta desgraça política em que estão metidos, enfiar a viola no saco e trabalharem para eleger alguns vereadores, pois outra coisa não conseguirão.

Frango com polenta e macarrão a mil reais o prato Coisa do PT

Cruzes! Quase não acreditei quando recebi o convite para um jantar do PT em homenagem a candidata Gleisi Hoffmann, em um restaurante que fornece comida italiana ( do interior da Itália, é bem verdade) esta semana. Como recebo muitos convites e sou jornalista, confirmei presença para ver o que iria acontecer.

Foi então que a moça do outro lado da linha me perguntou se iria pagar em dinheiro ou com cheque. Na segunda hipótese ela me forneceria o nome do favorecido.

-Olha moça, um jantar político, com a presença da Ministra Chefe da Casa Civil do presidente Lula quem vem para tentar arrancar a campanha da “barbie” os jornalistas ainda terão que pagar para noticiar o fato?

Foi então que quase cai de costas. Ela lascou o valor da polenta com frango e macarrão, mais uma porção de fígado frito: R$ 1.000,00, com direito a duas cocas.
Sim, mil reais!!

A dita foi mais longe e disse que pretendem reunir mais de mil pessoas.

Simplesmente vão arrecadar, se encontrarem mil pessoas que paguem frango, polenta e macarrão, mais uma porção de fígado frito, a mil reais, mais de um milhão de reais,só num jantar.

Olha gente. Não sei não, mas para quem é canditada do PT de Lula, mulher de ministro, a coisa deve estar feia pros lados da estrela solitária.

Sei de fonte digna de crédito, que se em 10 dias a “barbie” não decolar vão substituí-la por outro nome, e segundo corre a boca pequena mais uma vez vão jogar o Ângelo Vanhoni na arena para ser triturado pelo prefeito.

Vamos aguardar para ver o que vai acontecer.

No jantar com frango, polenta, macarrão e uma porção de fígado frito não vou. Com mil reais eu janto num restaurante francês, acompanhado, com música ambiente,sem aquele papo de” vou mudar Curitiba para melhor”, e ainda sobra para a caixinha do flanelinha que vai “guardar” o meu carro.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Silêncio estratégico de Gustavo aponta para 2010

Quem não conhece bem o deputado federal Gustavo Fruet (PSDB), deve estar perguntando para seus botões, qual a razão do seu silêncio neste período eleitoral, quando todos nós sabemos que a sua fala nestes encontros do PSDB teria efeitos milagreiros para a consolidação dos projetos de Beto Richa.

Filho do ex-deputado federal, ex-prefeito de Curitiba, Maurício Fruet, Gustavo trás no sangue a política e atua com estratégia tanto quanto seu pai fazia. Ele sabe que no seu partido além dele, tem os pesos pesados Álvaro Dias e Beto Richa, ambos com um olho no senado e outro no Palácio das Araucárias, que hoje hospeda um representante do combalido PMDB, de onde aliás, Gustavo procede.

Embora ele não fale por sua modéstia não permitir, Gustavo, hoje, pode escolher continuar na Câmara Federal, tentar o Senado ou o próprio governo do Paraná, que o paranaense vai corresponder nas urnas sem dúvida alguma, tal o carinho que todos lhe dedicam por ser filho do saudoso Maurício Fruet e ser o excelente deputado federal que é.

O eleitor deve estar perguntando. Se Gustavo Fruet é tão carismático como afirmamos, então qual o motivo dele não ser citado com mais significado nos eventos de Beto Richa?

É por uma questão de estratégia. Ele prefere se fazer presente nos eventos, muitas vezes ao lado da Eleonora Fruet, Secretária Municipal e sua irmã, sempre em locais mais discretos e aguardar o andar da carruagem para traçar uma postura rumo a 2010.

Lá, vamos ter fogo cruzado de todos os lados. Osmar Dias, PDT, é candidatíssimo, com ou sem apoio de Beto Richa. Seu irmão Alvaro Dias, com notável presença no Senado, ou continua na Câmara Alta ou vai tentar mais uma vez o governo do Paraná. Já Beto Richa, pelo que dizem seus assessores, vai querer o Palácio Iguaçu e neste caso bateria de frente com Osmar Dias.

Por todos estas observações, deu para prever a briga que vai acontecer daqui a dois anos.

Então, mais uma vez cito o silêncio estratégico de Gustavo Fruet, cujo prestigio no Estado lhe permite ficar de fora desta teia de aranha e decidir lá na frente em qual dos barcos vai velejar.

Aos seus amigos seu eterno sorriso de menino e sua mão segura. Aos que não são seus amigos(se é que existem), os favores da lei.

Politicamente Gustavo Fruet tem postura firme e consciente. Ele sabe que qualquer manifestação que fizer hoje, pode ser mal interpretada amanhã, daí o silencio dos inteligentes que adota hoje.