segunda-feira, 30 de março de 2009

Qual será a postura de Osmar Dias com a vitória de Barbosa Neto?

Quem acompanha a política paranaense, deve estar lembrado que quando mais o candidato do PDT, deputado Barbosa Neto, que disputava a prefeitura de Londrina, precisou do seu partido, encontrou pela frente o senador Osmar Dias ao lado do prefeito de Curitiba, Beto Richa e José Serra, governador de São Paulo no mesmo palanque, pregando qualidades ao candidato do PSDB, Luiz Carlos Haully, numa atitude que deixou muita gente com a pulga atrás da orelha.

O tempo passou, veio o terceiro turno e Barbosa Neto ganhou a prefeitura de Londrina com mais de 54% dos votos válidos.

Osmar Dias sabe que ninguém pode negar a importância de uma cidade como Londrina para quem tem a pretensão de ser governador do Paraná. Barbosa Neto ganhou esta por seus próprios méritos, embora na última hora tenha contado com a ajuda,de forma muito frágil do deputado Antonio Belinati, que ficou de fora da briga por força judicial.

O que se pergunta agora como estará se sentindo o senador Osmar Dias?

Como presidente do PDT ele não esteve ao lado do candidato do partido, que era deputado federal, por sinal de grande votação.

De uma só vez Osmar levou duas pancadas. A vitória de Barbosa Neto e a ascensão de Wilson Picler à Câmara Federal, empresário da educação que em muitas oportunidades foi hostilizado pelo presidente estadual do PDT, ainda que Picler tenha desembolsado grandes somas em favor do partido e liberado parte da estrutura de sua organização para a Fundação Leonel Brizola/Alberto Pasqualini divulgar curso de qualificação política.

Como o amanhã a Deus pertence, nada como um dia depois do outro.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Vereadores negam Utilidade Pública para entidade gay

É bom que fique bem claro que não tenho nada com a opção sexual das pessoas, mas sou daquele tipo que acredita que homem é homem e mulher é mulher, mesmo que o governo federal decida, através do Ministério da Saúde, financiar cirurgias para quem pretender trocar o seu “bilau por uma caixinha de prazer” e vice-versa.

O vereador Algaci Túlio, (PMDB) de larga experiência política, era autor de um projeto na Câmara Municipal de Curitiba que pedia a concessão do título de Utilidade Pública para uma instituição voltada para promover a atividade gay na capital ecológica.

A proposta passou pelas várias comissões permanentes do legislativo de Curitiba, pela assessoria jurídica da casa e como todos lavaram as mãos, digamos para não se comprometerem, enviaram o documento ao plenário em cujo dia de votação foi registrado uma grande presença de gays, homossexuais, lésbicas, entendidos e simpatizantes, que lotaram e perfumaram uma das galerias do prédio.

Na outra galeria estavam mais de 100 jovens, estudantes, evangélicos e trabalhadores, que eram contra a proposta de Algacy Túlio e não simpatizavam com a causa colorida das “meninas e meninos” que sacudiam suas perucas e saltitavam de um lado para outro com seus enormes seios de silicone, que com a Utilidade Pública pretendida, teriam recursos públicos para suas passeatas e protestos.

Enquanto o autor do projeto, que também foi deputado e prefeito interino da cidade em várias oportunidades, além de muitos anos como vereador, não encontrava as palavras certas e convincentes para defender a sua idéia na tribuna, o vereador Paulo Frote, do bloco situacionista, ao justificar por que era contra, disse que todos têm direito de fazer da sua vida, inclusive do corpo, o que bem entender, só que os que levam uma vida digna, correta, sem distorção de personalidade, não poderiam pagar o ônus dos “prazeres” de quem optou por contrariar a natureza e inverter seu sexo e não tem como se manter nesta nova identidade.

Que um projeto desta natureza não iria passar pelo plenário da Câmara Municipal de Curitiba era coisa mais que lógica. O que não se entende é as razões das várias comissões daquele poder mais a s suas assessorias, técnica e jurídica, não mandarem arquivar o documento por sua inconstitucionalidade.

Se tal atitude tivesse sido tomada, a Câmara Municipal de Curitiba não teria gastado tanto dinheiro para discutir “ o sexo dos anjos” e os parlamentares que se posicionaram contra, não teriam seus nomes expostos à senha dos gays e homossexuais, o que para mim é a mesma coisa, e ficarem sujeitos a ouvirem blasfêmias e acusações agressivas como aconteceram.

Enquanto sugerimos que a assessoria do veterano vereador Algaci Túlio procure pesquisar outros temas para ele defender no plenário e usar a sua capacidade de oratória para coisas construtivas, é bom que as assessorias da Casa e os presidentes das comissões permanentes revejam suas atitudes e não endossem coisas absurdas como este pedido de Utilidade Pública para uma instituição que não tem nenhuma utilidade, muito menos pública.

A não ser para eles mesmos...

segunda-feira, 23 de março de 2009

Pesquisa eleitoral faz Osmar botar as barbas de molho

A pesquisa eleitoral publicada pelo jornal Folha de São Paulo neste final de semana sobre a tendência política para 2010 no Paraná está causando um razoável estrago no PDT Estadual, e vai obrigar o senador Osmar Dias a sair de cima do muro e se posicionar( ainda que achemos um pouco cedo) sobre com quem e para onde vai quando outubro de 2010 chegar.

A verdade é que até agora o senador pedetista condicionou sua candidatura para governador em acordos que teria na base do fio do bigode, com o PSDB, ou melhor, com Beto Richa, digamos em troca do apoio que teria dado ao prefeito nas últimas eleições em Curitiba.

A pesquisa apresenta Osmar Dias com apoio do PT contra o seu irmão Álvaro Dias e sem o PT. Também mostra Osmar contra Beto Richa com apoio do PT e contra Beto sem o PT. E as mesmas variações são feitas com Orlando Pessuti do PMDB e com outros menos importantes.

Com exceção do PMDB de quem Osmar ganha com vantagem, em todas as outras hipóteses Osmar leva chumbo. A coisa está tão ruim para ele que até mesmo do presidente de uma das maiores cooperativas agrícolas do país, seu grande amigo,quando os dois se encontraram num avião, Osmar ouviu que a agricultura paranaense pode apoiar seu nome para o governo, mas que existem algumas pendências que precisam ser solucionadas. Osmar ouviu que o melhor para a agricultura seria ele continuar senador e aguardar uma nova carruagem passar para pegar as rédeas dos cavalos.

Ainda que estejamos a um ano e sete meses das eleições, é verdade que a assessoria de Osmar também deva ficar de sobreaviso, pois como diz um velho ditado “porteira por onde passa um boi passa uma boiada”, e se o PDT não procurar reverter aqueles números, na outra pesquisa vai estar mais longe ainda e nem com Felipe Massa no comando o 12 do PDT vai fazer pódio.

Ninguém pode negar que Osmar Dias é um nome muito forte para o Palácio do Governo, mas ocorre que a dinâmica da vida colocou na sua frente Beto Richa, o namoradinho de Curitiba, que aos poucos vai tentando penetrar no interior do Estado, levando novas propostas para muitos sonhos ainda sem solução.

Isto para não falar-mos, mais uma vez, de Gustavo Fruet que tem seu carro político sobrando motor.
Não tem dinheiro que faça o melhor “marketeiro” do país reverter a imagem de Osmar no Paraná, pois tudo o que se podia dizer dele já foi dito. Aos poucos ele deixou de ser novidade.

Já Beto Richa aparece como a novidade e de lambuja é jovem, boa pinta, tem o jeito do genro que todo pai queria ter e para arrematar é filho de um dos melhores governadores que o Estado já teve: José Richa.

Orlando Pessuti, (PMDB) ainda que um excelente político, de vida pública intocável, carrega nas costas o peso de um partido comandado por Roberto Requião, que vem fazendo umas das piores administrações que o Paraná já teve. Se não trabalhar a sua imagem junto ao eleitor, não sei não.

Por tudo isto, com os adversários que as hipóteses colocam em sua frente, mais o conselho que o presidente de uma poderosa cooperativa agrícola lhe deu, é bom Osmar Dias reunir seus assessores( sic), fazer um exame de consciência, falar de irmão para irmão, reservadamente, com Álvaro Dias que tem mais experiência do que ele e pedir a Deus que lhe dê uma luz, pois de outro jeito será como a briga de Davi e Golias. Quando menos esperar alguém coloca uma bolinha de gude no seu caminho e ele desaba de uma vez só, deixando o PDT órfão de pai e mãe.

Ainda que longe do inicio da propaganda eleitoral, não se pode negar que uma pesquisa, por mais fraca e até tendenciosa que seja, sempre provoca um estrago em que não tem posição privilegiada em seus números.

Para Osmar Dias existem duas hipóteses: ignorar a pesquisa e trabalhar, trabalhar. Ou levar a sério é repensar posicionamentos para evitar um vexame lá na frente.

terça-feira, 17 de março de 2009

Estratégias podem colocar os irmãos Dias frente a frente

Tudo leva a crer que a cúpula do PSDB nacional, que tem seu pré-candidato a presidente José Serra à frente da Ministra Dilma, do PT, por mais de 10 pontos segundo as pesquisas, não vai deixar passar em branco a grande oportunidade que tem no Paraná de fazer o novo Governador do estado.

Isto porque tem três nomes de peso para escolher um que enfrentará o senador Osmar Dias, do PDT, até agora o grande nome quando se deixa de fora o partido dos tucanos.

Beto Richa, por uma questão de estratégia, nunca disse que será candidato a governador, limitando-se a salientar que o substituto de Roberto Requião vai ter a missão impossível de recuperar as finanças do Estado e fazer o Paraná voltar a ter a credibilidade que sempre teve no cenário nacional.
Serra vai precisar de um palanque forte no Paraná. Como seu partido tem Gustavo Fruet, Beto Richa e Álvaro Dias, não terá nenhuma dificuldade neste sentido.

Entretanto, Gustavo Fruet não é de se matar com a unha e não demonstra ter vaidades a tal ponto de querer impor seu nome na disputa, mesmo por que, quem é o melhor deputado federal do país, já tem seu nome inscrito naturalmente em qualquer disputa que for montada no Paraná.

Já com Beto Richa a coisa funciona diferente. A sua votação na última eleição, embora tenha custado alguns milhões de reais e muitos compromissos, lhe credencia a ser colocado na convenção que indicará o tucano que tentará o Palácio Iguaçu.

Entretanto ele tem um documento firmado em cartório que impede sua candidatura em 2010, a não ser que ele não respeite a promessa que fez de cumprir os quatro anos de mandato na Prefeitura de Curitiba. Eu honestamente, acredito que Beto não será candidato, mas vai percorrer o Paraná de ponta a ponta ( já começou faz alguns dias) pregando a sua proposta de fazer no Estado o que fez em Curitiba, muito embora no interior a coisa não funciona de cima para baixo. Lá tem muita tradição a ser respeitada.

Assim, resta o senador Álvaro Dias, o melhor Senador da República segundo os jornalistas que acompanham o seu trabalho, cujo mandato estará na metade quando 2010 chegar.

Por tudo isso, e pelo fato de Osmar Dias estar decidido a disputar a cadeira de Roberto Requião, é que achamos que as estratégias que os tucanos preparam vão colocar os irmãos Dias frente a frente nos debates televisivos e em palanques diferentes na busca dos votos dos paranaenses.

Se isto acontecer, será bom de assistir, muito embora o Álvaro Dias tenha mais experiência do que seu irmão. Hoje Álvaro Dias dispensa comentários. Quando entregou o governo deixou muitos milhões no caixa e as contas zeradas.

Omar Dias, bem Osmar é uma promessa que pode dar certo. Acho que tem condições, o que lhe falta é uma coisa chamada humildade política.

Isto o Álvaro tem de sobra.

terça-feira, 10 de março de 2009

Os direitos dos outros segundo um leitor

Direitos Humanos no Paraná

Leio em nossos jornais, existirem, em nossa cadeias, milhares de presos, sem o devido processo legal, sem defensores, sem julgamento, embora exista lei determinando a imediata comunicação da prisão, medidas paliativas, etc.... Outros tantos tendo cumprido suas penas, continuam presos onerando cofres públicos e a sociedade. Cresce o número de prisões. Mortes à toa em delegacias e presídios. Lei do cão !

Leio e vejo que a cada dia diminui a idade dos ditos "marginais" e "assassinos" nas periferias. Agora têm eles 10,11, 12 anos, (substitutos dos "irmãos" maiores, já ceifados) soldados do tráfico, arrebanhados nas vilas, bairros e favelas, sendo dizimados no florescer da existência, vitimados pela sordidez do sistema, a alimentar uma guerra sem precedentes, soldados de vida curtíssima, existência efêmera.

Convivemos, aqui na Capital da Paraná,, com mães chorosas que carecem de alimentos para seus filhos, abandonados por pais que mal conhecem, implorando para serem atendidas, por 04 (quatro ??? ) Juízes e varas de família na Capital, que existem há vinte anos no mesmo número, embora a população tenha crescido pelo menos três vezes no período. No interior o problema é mais grave, pois lá não existem sequer pseudo defensores públicos, como na capital.

Nos Juizados Especiais não existem defensores; quando raro, um único a atender dezenas de audiências. Cidadãos perdidos, obrigados a formular suas demandas, assistidos por jovens estagiarios de primeira viagem, implicando em prejuízo e demandas infrutíferas.

Vejo Advogados, em nossas comarcas do interior, sendo cooptados, quase intimados, por Juízes, Promotores e Delegados, para que atendam a grande demanda de necessitados, reféns de um sistema caótico, arcaico e cruel.

Leio artigos de representantes do Ministério Público, Associação de Magistrados, Ordem dos Advogados ( sentem de frente o caos ) e se dizem atados, porém demonstrando preocupação, em demandas infrutíferas, desencontradas e muitas das vezes, demagógicas.

Nossos políticos de plantão, em todas as casas e poderes, fazem vista grossa, varrem para baixo do tapete estes graves e importantes problemas, sob o argumento de não onerar o erário, causando por outro lado, terríveis gastos que alimentam empreiteiros e todo o batalhão de "fornecedores" que enriquecem às custas da máquina estatal, encastelados em esquemas manjados, concorrências viciadas, que remontam há décadas, mantendo assim seus currais eleitorais.

Comissões de advogados amiúde se formam, em mutirões, soltando presos, denunciando, apurando, porém sem qualquer resultado efetivo e concreto, eis que eventual, casuistico.

Pobres coitados ? Vítimas do sistema ? Danem-se eles ? Direitos Humanos em nossas cadeias ?

A simples menção à existência de direitos humanos no Paraná, passa necessariamente, pela urgente e sistematicamente adiada, criação da Defensoria Pública, nos moldes da Constituição Federal, que declarou há uma vintena de anos, sua criação pelos estados, ou continuaremos nesta hipocrisia.

Para concluir, a terrível praga desta nova droga chamada "crack" que vem instalando verdadeiro caos social tem, necessariamente, de ser encarado como um fato social novo, e que requer medidas drásticas, não só dos operadores do Direito, mas multidisciplinar, para minorar o caos já instalado e que agora bate às nossa portas, para que possamos dizer que os direitos humanos são respeitados em nosso estado.

É necessário que trabalhemos sob novos paradigmas. URGENTE ! FAÇA SUA PARTE !

Flávio Vilmar Silva - Curitiba

sábado, 7 de março de 2009

Collor está de volta, para azar de seus detratores

O ex-presidente Fernando Collor de Mello está de volta ao centro nervoso da política brasileira. Na condição de Senador da República pelo PTB, a volta de Collor coloca em polvorosa muitos de seus detratores que ainda habitam na capital da república.

Sem aquela caterva que o cercava quando presidente e com amais experiência, a cada vez que ele usar a tribuna do Senado vai colocar de sobreaviso muita gente que o humilhou, tomou o seu dinheiro e votou por sua cassação e ainda estão lá, e outros que hoje aparecem como empresários das comunicações em organizações financiadas por Collor da qual tomaram posse no tipo MST e não largaram mais.

Gente, o Collor está vivo e mais experto, com aperfeiçoamento político em universidades internacionais, com uma saúde invejável e pronto parta dar o bote na hora certa. É bom acompanhar a pauta do Senado para saber quando Collor vai usar a tribuna, pois certamente vai ser um grande show.

Por que a igreja católica não cuida dos padres pedófilos?

O papelão que a Igreja Católica fez com o caso da menina que foi violentada e ficou grávida de gêmeos que vai abortar por decisão da Justiça, cujos pais, médicos, juízes e todos que são favoráveis ao aborto dos fetos, estão sendo excomungá-los com apoio do Vaticano, só vai servir para esvaziar ainda mais as igrejas no país.

Não seria de bom alvitre, como diria meu velho pai, que a Igreja Católica permitisse que os padres casassem e constituíssem famílias?

Só assim, sentindo a dor da própria pele, eles poderiam fazer um julgamento melhor de certos fatos que ocorrem na sociedade moderna.

Estou certo que até o número de padres tarados, estes que praticam pedofilia e são protegidos pela omissão do Vaticano, diminuiria sensivelmente e a igreja não pagaria o mico que pagou sendo criticada no mundo inteiro como foi.

Pelo jeito, para os católicos, quem praticou o abuso contra a menina não feriu seus princípios morais. Também, para quem tem milhares de padres pedófilos, violentar uma menina de oito ou nove anos não tem nenhum significado.

Quem não consegue resolver os seus próprios problemas não tem condições de resolver o problema dos outro.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Se quiser salvar sua carreira, Orlando Pessuti tem que deixar o PMDB

Tem uma máxima popular que diz que o brasileiro troca de religião, troca de mulher, mas não troca de time. Hoje vou acrescentar que tem um que além daquelas alternativas também não troca de partido, mesmo que ele esteja afundando.

Orlando Pessuti, hoje vice-governador do Paraná é olhado pelo atual governador como alguém que um dia poderá ocupar o seu lugar e com certeza não vai dar continuidade aos seus desmandos e nem vai assumir o que estiver errado.

Quem conhece a brilhante carreira política de Orlando Pessuti, sua vida profissional e o respeito que sempre teve pelo direito das pessoas e o trato com a coisa pública, sabe que os áulicos de Roberto Requião vão negociar o partido nas próximas eleições, mesmo que derrotados nas convenções, ainda que tenha que sacrificar um homem com a honorabilidade de Pessuti, e por isto temem por seu futuro político.

Os desmandos de Requião estão levando a família inteira para o fundo do poço, e pelo jeito não vai ficar nenhum para apagar a luz do Palácio no dia da derrocada final.

Ainda nas últimas horas, a Justiça mandou o irmão caçula deixar o Tribunal de Contas do Estado por ter sido empossado graças à manobras escusas do irmão mais velho junto aos deputados que disseram, na época, “fizemos um bom negócio”.

Sobrou também para a Maristela Requião e para o ex-superintendente dos Portos do Paraná, outro irmão, hoje secretário especial em Brasília. Ele por desmandos que quase faliram aquela autarquia, ela por acumular cargo nepótico condenado pela Justiça, e que dirige uma Ong que só ela sabe que existe.

Pelos lados do PMDB dirigido por Roberto Requião, se fala de tudo, até se juntar com o PT, ou PDT se for o caso, tudo em troca de alguma coisa que mantenha Requião na condição de imputável. E no meio deste rolo todo está Pessuti, homem honrado, de brilhante vida pública, profissional dos mais competentes, chefe de uma família exemplar, que por respeitar a fidelidade partidária corre o risco de ser crucificado e cremado em praça pública, tudo em nome de um partido que está em cinzas.

Deixe esta gente Pessuti. Não importa o rumo que você tomar, sempre será reconhecido como alguém que antes de pensar nas benesses do cargo público pensou na sociedade e no bem estar do Paraná.