Agora, o que esse vê é a confirmação das minhas previsões.
Sem o que falar (até já falaram demais), a oposição a Beto Richa pede, abertamente, para que o eleitor vote para ter segundo turno, com o argumento de que com tempo igual na televisão um debate entre Beto e Gleisi seria mais democrático.
Chega a ser irônico para não dizer outra coisa, pois se a Gleisi está aonde está é por seus próprios defeitos e por suas fantasiosas propostas, que não convenceu Curitiba.
Temos visto que ao longo da história quando um candidato não tem mais condições de superar seu adversário, tendo alcançado índices que ao invés de crescer diminuem, o melhor a fazer é reconhecer a derrota e jogar a toalha no tablado, saindo da disputa de forma elegante, para não ferir mais a sensibilidade de seus seguidores que até alí acreditavam em vitória.
Assim, ganha o partido que não gasta mais dinheiro, ganha o candidato que mostra equilíbrio emocional e senso democrático e ganham os seus eleitores que poderão argumentar que “na próxima será a nossa vez”.
Curitiba já mostrou que não gosta do PT. Já gostou do PMDB, do PDT e hoje está enamorada do PSDB de Beto Richa.
Se fosse outro nome que não o atual prefeito, provavelmente a situação não fosse a mesma que a atual. Hoje, Beto representa a renovação, tem jeito de bom menino, não agride ninguém, está fazendo um trabalho razoável e é herdeiro de José Richa, cujo nome é uma legenda no Paraná. Por todos estes motivos é mais do que justo a sua posição nas pesquisas.
Os outros?
Bem, os outros que joguem a toalha no tablado pois já foram longe demais.